Vale a pena ler de novo: domingo sangrento?

dezembro 10, 2007

arma.jpgEstreio no blog com tema nada agradável. Porém, apesar dessa não ser das postagens mais divertidas, merece destaque. Serei sucinto, deixando aqui indicação de dois textos apenas para os blogueiros cristãos refletirem. São, basicamente, duas postagens “pontes”: falam de violência, em contextos completamente diferentes. Uma delas, foi publicada no Pavablog por indicação minha ao Sérgio e outra é o ótimo relato feito por Fábio Davidson no DoxaBrasil sobre o evento que debatou a questão da violência no Brasil, tendo como base o Trope de Elite.

1. Nessa manhã de domingo recebemos uma péssima notícia: na última noite um homem entrou na base da Jocum de Denver no Colarado (EUA) atirando contra obreiros. Dois deles morreram e outros dois estão no hospital. Confira trecho da postagem no Pavablog:

“The lone gunman walked into Youth with a Mission, began shooting and then ran away, according to a Susan Medina of the Arvada Police Department.

Peter Warren, the center’s co-founder, said a man and a woman were killed. He said the woman was from Minnesota and the man was from Alaska. He did not provide their ages”.

2. A ponte acontece justamente pelo fato de termos duas realidades diferentes, porém, não menos envolvidas com a violência. Na última quarta-feira (05) aconteceu em São Paulo um debate cujo tema foi: “Não Matarás: a viabilidade de uma cultura de paz”. Entre os debatedores, Rodrigo Pimentel que é co-autor do livro “Elite da Tropa” e foi capitão do Bope por cinco anos; Ed René Kivitz, pastor e mestre em ciências da religião. Aqui, um trecho da postagem no DoxaBrasil:

“Como falar sobre espiritualidade, amor, paz e justiça a partir do filme Tropa de Elite? Para Ed René Kivitz, uma questão é primordial: reconhecer a “autoridade das autoridades: Deus”. Assim, é possível abordar o caráter religioso, como normatizador ou construtor da consciência.

Estabelecido este parâmetro, antes de mais nada é preciso observar que a expressão bíblica “não matarás”, integrante dos Dez Mandamentos da história judaico-cristã, melhor seria traduzida como “não assassinarás” ou “não construirás uma sociedade que mata”. Matar, sem assassinar, segundo Kivitz, é a morte que não ocorre como forma de retaliação, sem ser motivada pelo ódio”.

Convido os blogueiros a pensarem um pouco sobre o tema e também a orar pelas famílias das vítimas em Denver.

Ricardo Oliveira

do DIVERSITÀ

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2 Respostas to “Vale a pena ler de novo: domingo sangrento?”

  1. [xmitzx] Says:

    O pior é que na primeira situação os EUA são coniventes com essa atitude, já que é liberado o porte de armas, e ja sabendo que a o crime seria punido com pena de morte eles acabam por tirar a propria vida, agora poderia ter sido traduzido o texto (meu engrexi é ruim).


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