Vale a pena ler de novo: CompassionArt
Janeiro 22, 2008
Sempre que estou escalado para fazer essa seção do nosso querido blog, tento achar alguma coisa que mexeu comigo durante a semana. E essa foi uma grande semana. Estiveram hospedados na minha igreja aqui em João Pessoa um grupo de 08 gringos e alguns brasileiros que vieram no mesmo time. Eles fazem parte de uma equipe de Eted (Escola de Treinamento e Discipulado da Jocum) direto da Inglaterra.
Foi um tempo de fazer algumas novas amizades e descobrir de forma intensa coisas sobre Deus em diferentes partes do mundo. E quando falo dessas “coisas”, não estou necessariamente explanando sobre igreja, ministério ou coisas do tipo. Falo de gente que come, respira, tem dor e sorrisos em todas as partes da Terra – vivendo por inteiro com Deus.
O que isso tudo tem a ver com um Vale a Pena Ler De Novo?
“Imagine juntar em uma mesma sala alguns dos maiores líderes de louvor do mundo e colocá-los para compor, com certeza coisa boa e única iria surgir. Esse encontro aconteceu.
Durante os dias 7 à 11 deste mês foi realizado na Escócia o Compassionart Songwriter’s Retreat (Retiro de Compositores Compassionart). Organizado por Martin Smith (Delirious?) e sua esposa Anna, o encontro reuniu os seguintes artistas: Paul Baloche, Steven Curtis Chapman, Stu Garrard (Delirious?), Israel Houghton, Tim Hughes, Graham Kendrick, Andy Park, Matt Redman, Martin Smith, Michael W. Smith e Darlene Zschech (Hillsong). Só fera.”
Eu não conhecia esse projeto e faço questão de divulgar para o máximo de pessoas. A vibe desse tempo deve ter sido muito louca e eu realmente quero ouvir as músicas. O que tem a ver com a história do início?
Na última noite de sábado, ficamos depois do culto dos jovens até umas 3 da manhã cantando e conversando sobre Deus com esses gringos. Nós pudemos cantar canções traduzidas (sim, elas são úteis, fazem sentido em horas bem especiais) juntos e ver claramente que as nações realmente esperam pela glória dEle; de fato, toda tribo cantará prostrada “Aleluia, ao nosso Deus que reina.”
Ricardo Oliveira
[DIVERSITÀ]
